Conferencista Edimilson Garcia

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O MEU DEUS SABE A HORA DE AGIR

CONSTRUÇÃO DE UM VASO .

"Construção de um Vaso"
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1ª fase -
É assim: Deus escolhe o barro! Dentre 200 tipos de barros
conhecidos,somente algumas numeradas servem para fazer o jarro! Sabe o que isso
significa? Se você foi escolhido por Deus, significa que você é
um barro bom.
2ª fase -
Fase do curtimento: É aquela época em que parece que Deus fala com
todo mundo, menos com você.
É uma das fases mais importantes, porque o vaso tem que ficar no
curtimento. Quanto mais tempo curtindo, maior liga terá. Um vaso
grande passa por um longo curtimento.
Esta fase depende do tamanho do vaso que Deus quer fazer de você!
3ª fase -
Fase do Pisamento: É quando o barro é retirado do curtimento, talvez
depois de muito tempo, e colocado em um local para ser pisado. Para
que todo ar seja retirado.
Deus permite que você seja humilhado, pisado para poder tirar todo
orgulho, vaidade...
Sabe como é? Parece que todos falam mal de você, ninguém lhe
entende, julgam suas atitudes, etc.
4ª Fase -
Agora o vaso precisa ser misturado com a palha fina, pedra triturada
e o resto de cerâmica. Um vaso sem esses implementos é um vaso fraco
e
quebra fácil.Deus não quer vaso fraco. Quer vaso forte.Sem o Espírito
Santo, humildade, disposição, fé e confiança, o vaso fica fraco.Ele
quer vaso para uso diário, não vaso de porcelana que é usado só de vez
em quando.
5ª Fase -
Chegou a hora do barro. Agora depois de todo este processo, o
oleiro leva o barro para ser moldado e virar vaso. Depois de Deus
ter nos escolhido, nos ter deixado criando liga, ter tirado o nosso
orgulho, depois de nos ter fortalecido, Ele finalmente nos começa a
moldar.Então quando estivermos definitivamente prontos, Ele nos enche com
Seu Espírito e nos usa de acordo com a Sua vontade. Coloquemo-nos
nas mãos do Senhor, e sejamos vasos de bênçãos!

Espírito Santo toma o nosso coração
e Vem sobre nós como a mão do olheiro.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

NÃO SE CANSE DE ESPERAR



“Descansa no Senhor, espera nEle...” Salmos 37.7.
Certa feita as duas irmãs de Lázaro, amigo de Jesus, estavam com ele e enquanto uma se agitava em serviços outra ouvia o Mestre com atenção.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
Para a surpresa da primeira, Cristo afirmou que a segunda tinha agido de forma mais sábia e seria abençoada por isso.
Muitas vezes esquecemos que para sonhar é preciso repousar nossa mente, e vivemos em ansiedade, dia e noite, toldando as esperanças futuras com as nuvens que hoje cobrem o céu.
Deus recomenda o trabalho, a dedicação, o esforço sério, mas sem o apoio direto dele isso não será de proveito maior, e em vão trabalham os que tentam edificar. Está na hora de esperar no Senhor e descansar sob suas asas, deixando os sonhos fluírem e se tornarem, pouco a pouco, realidades em nossa vida.
Hoje leia Lc 10:38-42;Sl 37:1-40; Sl 40:1; Isa 40:31.

INTIMIDADE COM DEUS

Texto: Gn.18.17-21.
Introdução: Não basta ouvir falar sobre Deus (Jó 42.5), adorar sem conhecer (João .22), crer sem se comprometer (João 12.42-43). Através de muitas experiências, Abraão foi conhecendo o Senhor cada vez mais.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
1- Obediência e relacionamento.
Abraão não apenas obedecia a Deus, mas buscava o Senhor para conhecê-lo (Gn.12.8; 13.4; 21.33).
Um filho distante do pai pode ser informado sobre sua vontade e pode obedecê-lo, mas Deus quer intimidade conosco (Salmo 25.14).

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2- Abraão é o único a quem a bíblia chama de "amigo de Deus" (Tg.2.23).
Além de servos ou filhos, o Senhor deseja que sejamos seus amigos (João 15.14-15).
3- Abraão é o primeiro a quem a bíblia chama de "profeta" (Gn.20.7).
A intimidade com Deus é importante para todos os seus filhos, mas é condição imprescindível para o ministério profético. Abraão ficou sabendo com antecedência sobre a destruição de Sodoma e assim pôde interceder por Ló.
Conclusão: Precisamos reconhecer que o que conhecemos de Deus é bem pouco.
Precisamos investir na busca de intimidade com Deus. Isto inclui conhecimento da palavra, obediência, oração, jejum, etc. Assim avançaremos no conhecimento do próprio Deus e nos tornaremos aptos para o ministério.

{IN}GRATIDÃO

"Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco." (I Tss.5.18).
O ser humano tem a tendência de focalizar apenas as coisas negativas.
Por exemplo, se alguém fala do governo,
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
normalmente só se lembra de mencionar o que não foi realizado e o que deu errado na administração. Se falamos do tempo, é para reclamar do calor, do frio, da chuva, ou da falta dela. Estamos sempre enfatizando aquilo que falta em nossas vidas. Assim, tornamo-nos pessoas que só reclamam, murmuram e lamentam. Aliás, a murmuração foi um dos pecados cometidos pelo povo de Israel no deserto que mais ofenderam a Deus.

O Senhor enviava o maná todos os dias, mas o povo não agradecia. Pelo contrário, reclamava de tudo, até das bençãos que Deus dava.
A palavra de Deus nos incentiva a termos em nossos lábios o louvor e a gratidão ao Senhor. Você pode fazer isso?
Mas, pelo quê poderíamos agradecer? Talvez, num primeiro instante, pode parecer que não existem motivos. Porém, se pensarmos um pouco, logo nos lembraremos de inúmeras razões de agradecimento. Experimente fazer uma lista de tudo o que há de bom em sua vida: seus bens, seu emprego, seu salário, sua saúde, o alimento, os entes queridos, etc. De repente, você vai ver que, enquanto pensava naquilo que falta, estava se esquecendo de agradecer a Deus por aquilo que ele já lhe concedeu.
Se, ao fazer essa análise, você constatar que não tem nada para agradecer, lembre-se que você tem o dom da vida, que é um milagre de Deus. As pessoas podem fazer muito por você, mas sua vida só Deus pode manter ou tirar. Sua vida representa a oportunidade máxima para toda e qualquer realização ou aquisição que você possa conseguir. Agradeça a Deus por isso.
Talvez você pense que recebeu tão pouco e, por isso, é insatisfeito. Certa vez, Jesus contou uma parábola a respeito de um senhor que deu cinco talentos a um servo, dois talentos para outro, e um talento para o terceiro. Os dois primeiros servos trabalharam com aquele dinheiro e o multiplicaram, enquanto que aquele que recebeu um talento ficou magoado e ressentido contra o seu senhor. Aquele homem foi ingrato, não trabalhou com o dinheiro recebido e, por fim, perdeu o talento e ainda foi castigado.
Qual será a nossa situação? Achamos que recebemos pouco? Sejamos gratos ao Senhor. Vamos trabalhar para que aquilo que o Senhor nos deu seja multiplicado. Esta palavra não é um incentivo ao comodismo, mas uma admoestação para que a ingratidão não tenha lugar em nossa vida.
Não nos esqueçamos de agradecer. Um dia, Jesus curou dez leprosos. Apenas um voltou para agradecer. Aí então, recebeu uma benção maior. Jesus lhe disse: "Vai em paz. A tua fé te salvou." Na hora de pedir, forma-se uma grande multidão. Na hora do agradecimento, poucos aparecem. Que estejamos no meio deste pequeno grupo que não perde a oportunidade de olhar para o céu e dizer: Senhor, muito obrigado.

MOISÉS, UM MISSIONÁRIO


Texto: Êx.3.1-12.
Introdução: Moisés foi um dos maiores missionários de todos os tempos. Sua missão foi libertar o povo de Deus que estava no Egito, sob o domínio de Faraó.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
1- Missão - sentido amplo - (incumbência, serviço especial ou sagrado). Todo filho de Deus tem uma missão. O Senhor nos coloca em vários lugares para sermos suas testemunhas. A missão de cada um de nós pode ser identificada através dos dons que o Senhor nos dá, ferramentas para o trabalho. O que tens em tuas mãos? (Êx.4.2).

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2- Missão - sentido específico - Alguns foram chamados para se dedicarem à pregação do evangelho. Como Moisés, são enviados para promoverem a libertação daqueles que estão oprimidos pelo Diabo. Cristo foi enviado ao mundo e a igreja, da mesma forma, foi comissionada para uma missão neste mundo (Mc.16.15; João 20.21).
3- O missionário é capacitado por Deus. Moisés não se sentia capaz, tentou escapar (como Jonas) mas Deus lhe deu poder para realizar prodígios extraordinários, sinais e pragas sobre o Egito. No Novo Testamento, o Espírito Santo dá poder à igreja (At.1.8).
Conclusão: Aquele se sente chamado para a obra missionária (At.13.1-4) precisa se dispor (Is.6.8), se preparar, e ir. Moisés enfrentou as hostes malignas do Egito e saiu vitorioso.

O LIRIO ENTRE OS ESPINHOS

Tema da mensagem: Texto básico: Cantares 2.1-2
Introdução: Desde os primeiros séculos da era cristã, a história de Salomão e sua amada é interpretada como uma alegoria sobre Jesus e a Igreja.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
Ele é o lírio dos Vales e ela também é comparada a um lírio.
Tópico 1- Onde a igreja está plantada? Onde você está plantado?
O lírio entre os espinhos nos dá idéia de uma situação incômoda e de sofrimento.

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Tópico 2 - Reações ao sofrimento. Você quer fugir. Um lírio não foge. Planta não foge. Se for retirada do seu próprio lugar de forma indevida, poderá murchar e morrer. Muitas pessoas abandonam o lar, o emprego, a escola, a igreja, fugindo dos espinhos.
Tópico 3 - Você está aí por um propósito de Deus (a não ser que sua situação seja contrária à Palavra de Deus). Cumpra sua missão.
O lírio é muito diferente dos espinhos. Mostre a diferença cristã onde você estiver. Mostre a beleza cristã, o contraste em relação à vida do ímpio.
Lírio tem perfume, espinho não tem. Exale o bom perfume de Cristo em seu modo de viver, falar e se relacionar com os outros (até mesmo com os "espinhos").
Conclusão: No reino celestial não haverá espinhos. Ali receberemos toda recompensa por tudo o que tivermos passado nesta terra.

O QUE É UM LEVITA ?

Muitas vezes os ministros de louvor e músicos evangélicos são chamados de "levitas". Tal costume não é muito antigo, mas parece que já está se tornando tradição. No Novo Testamento não temos referência a ministros de louvor nem a instrumentistas na igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores (João 4.24).
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
O ensino apostólico, por sua vez, incentiva todos os cristãos a prestarem culto ao Senhor, com salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef.5.18-20; Col. 3.16).
De onde então vem o conceito de "levita"? Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, "levita" significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó.

Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas. Naquele momento, os descendentes de Levi se manifestaram para servirem somente ao Senhor (Êx.32.26). Daí em diante, os levitas se tornaram ministros de Deus. Dentre eles, alguns eram sacerdotes (família de Aarão) e os outros, seus auxiliares. Embora os sacerdotes fossem levitas, tornou-se habitual separar os dois grupos. Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a viagem pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18).
Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.
Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23). Então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical. Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas. Havia então entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas (II Crônicas 5.13; 34.12).
Considerando o paralelo existente entre Israel e a igreja de Jesus Cristo, podemos até utilizar o nome "levita", embora não sejamos descendentes de Levi. Mas, se queremos assim considerar, então todos os que servem em qualquer ministério podem ser chamados "levitas". O levita é aquele que executa qualquer serviço ligado ao culto. O levita é simplesmente um servo e não alguém que esteja na igreja para ser alvo da glória humana.
Aqueles levitas, designados por Davi para o louvor, eram liderados por Asafe, Hemã e Jedutum, e tinham a tarefa de PROFETIZAR com harpas, alaúdes e saltérios (I Crônicas 25.1). Nessa época, surgiu a maior parte dos salmos de Israel. Hoje, podemos testificar que aqueles levitas eram mesmo profetas. Através deles o Espírito Santo falava ao povo. Além disso, eram mestres no que realizavam (I Crô.25.7). E nós? O que somos? Se queremos usar o nome de "levitas" precisamos nos dispor para o serviço e para caminhar em direção a um nível de qualidade excelente no ministério.

A QUALIDADE DO NOSSO LOUVOR

Precisamos fazer o melhor para Deus, mas quais são os parâmetros que usaremos para avaliar o que é o melhor? Nossas opiniões sobre qualidade no louvor podem variar muito em função do nosso gosto musical ou da nossa capacidade de avaliação técnica.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
Muitas vezes usamos tais critérios para selecionar o que vamos cantar nos nossos cultos. Buscamos a sofisticação no que se refere ao equipamento, aos instrumentos e aos arranjos vocais. Mas... o que o Senhor está buscando? Aqueles que o louvam e o adoram em Espírito e em verdade. A qualidade técnica é boa e desejável, mas não está em primeiro plano.

Caim e Abel apresentaram diferentes ofertas ao Senhor, mas o que foi decisivo para ambos foi o que traziam dentro de si. Enquanto examinamos o som e a voz, o Senhor sonda os corações. O ideal é que possamos unir qualidade espiritual e qualidade técnica, cantando e tocando com arte para o Senhor (Salmo 33.3). Precisamos, porém, ter consciência dos aspectos essenciais do verdadeiro louvor: um coração sincero e puro diante do Senhor.
Jesus disse que da boca das criancinhas vem o perfeito louvor (Mt.21.16). Por quê? Elas são puras e sinceras. Imagine a alegria de um homem, quando ouve seu filhinho pronunciando pela primeira vez: "papai", sem melodia, sem instrumentos, mas com pureza. Aquele momento se torna inesquecível.
Mas, como podemos ter um coração puro se já não somos crianças e já cometemos tantos pecados? Se confessarmos os nossos pecados, o Senhor nos perdoa e nos purifica por meio do sangue de Jesus (cf. I João 1.7,9).
Antes de entrar no santuário para louvar ao Senhor, o sacerdote precisava se purificar. Isto se dava através do sacrifício de animais e pela água da pia de bronze (Êx.30.17-21; Hb.5.3). Ainda hoje, antes de louvarmos ao Senhor, precisamos pedir que ele nos perdoe, que ele nos limpe e que possamos, como crianças diante do Pai, oferecer a ele um louvor puro, sincero e agradável.
"Tendo pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos abriu através do véu..." (Hb.10.19-20).

O TEMPO DE DEUS

Texto: Gn.40.9-23
Introdução: Deus nos dá promessas. Precisamos crer em Deus e em sua palavra. O Senhor deu sonhos a José e ele tinha fé suficiente. Porém, precisava também de paciência, pois a realização do propósito divino iria demorar.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
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1- José pediu ao copeiro que o ajudasse a sair da prisão.

José tentou se beneficiar de um favor, um ato de influência junto a Faraó. O copeiro se esqueceu de José. Pedindo aos homens ou até mesmo a Deus, alguns dos nossos pedidos não serão atendidos (II Cor.12.8-9). José fugiu da tentação (Gn.39.12), como

.de fato, deveria ter feito, mas não conseguiu fugir da tribulação. Não adianta tentar antecipar o tempo de Deus (Ec.3.1,11).
2- José ficou preso por mais 2 anos (Gn.41.1).
A tribulação é persistente, duradoura, mas não é eterna. Deus tem o tempo exato para tudo.
Se José fosse liberto antes, ele não seria útil, pois Faraó não teria ainda os sonhos para serem interpretados. José seria um inútil livre.
3- José foi liberto da prisão (Gn.41.14).
No tempo certo, José foi liberto. Estava com 30 anos de idade (Gn.41.46), ou seja, 13 anos depois de ter os sonhos revelados (Gn.37.2). Este foi o tempo de Deus para José e ele tem um tempo determinado para cumprir em nós os seus propósitos e nos dar as bênçãos que esperamos.
Conclusão: Queremos tudo apressadamente. Gostamos de alimentos instantâneos.
Como aquele que aguarda o fruto da lavoura, receba a semente, a palavra de Deus, creia nela e tenha paciência para esperar.

ENSINAR NÃO É OBRIGAR

Foi o que disse ao pé do meu ouvido uma voz desprovida de corpo.
Era Domingo e preparava-me para ir ao culto matutino, à escola bíblica dominical. Repentinamente fui tomado por uma forte dor no peito que logo se transformou num pranto.

Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
Consumia-me o fato do meu filho, 16 anos, estar deitado, sonolento, sem o menor interesse ao meu convite que a ele estendi, insistindo para que fosse comigo ao culto.
- Ah, pai... PRÁ QUÊ???, indagou ele.
Foi como uma lança a perfurar-me o coração. Onde falhei? Inúmeras situações percorreram minha mente.

O sentimento de culpa, doeu-me profundamente.
Senti-me firmado nos meus atos e, como o cobrir de um endedron nos dias de frio, assumi a total responsabilidade das conseqüências que se desdobrariam à sua resposta: - Ah, pai... PRÁ QUÊ?
Só me restou o choro. Lágrimas quentes rolavam sobre minha face, banhavam-me o rosto.
Foi então que uma mão, também desprovida de corpo, invisível, me tocou no ombro e, novamente aquela voz do início, me sussurra ao ouvido:
- O que diz Minha Palavra?
- Respondi, “Ensina o menino no caminho que deve andar e quando crescer, não se desviará dele”
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- Então, retrucou-me a voz, ENSINAR NÃO É OBRIGAR.
Tão suave, amável e confortadora me foi a observação feita que, súbitamente, como a ação de um lenço em suaves mão, minhas lágrimas foram enxugadas. Dentro de mim um bálsamo escorreu-me ao coração redimindo toda a dor.
Entendi então que a primeira etapa a por mim realizada eu havia alcançado. Restava-me agora a segunda: CONFIAR!

A VISÃO DO PEQUENO ALCANCE

Texto: Gn.25.27-34
Introdução: Esaú, chegando do campo faminto, vendeu seu direito de primogenitura por um prato de lentilhas.
1- Esaú tinha um problema imediato - fome.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
Ele queria uma solução rápida para sua necessidade do momento presente.
2- Esaú criou um problema para o futuro - maldição.
Ele renunciou ao direito de receber uma grande bênção no futuro.

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3- Esaú tinha uma visão de pequeno alcance.
Aqueles que só olham para baixo estão focalizados no "aqui e agora". Querem soluções rápidas para os problemas imediatos, mesmo que sejam pecaminosas ou inadequadas. Sacrifica-se o futuro e a eternidade em troca de soluções imediatas. Quem tem visão de pequeno alcance não semeia, come a semente.
4- Esaú tomou uma decisão precipitada para suprir sua fome.
Nos momentos ruins acontecem danos ainda maiores por causa de decisões precipitadas. Esperar e refletir antes de decidir pode ser o mais adequado.
Conclusão: Precisamos ter visão e planejamento para curto, médio e longo prazo.
Nem sempre teremos resultados instantâneos. Isto serve para todos os setores da vida e principalmente para as escolhas referentes à eternidade.

CONFLITOS CONJUGAIS

Texto: Gn.30.1-2
Introdução: Jacó e Raquel se amavam. Entretanto, o amor não garante a ausência de conflitos. O amor não impede a ira. Ocasionalmente, ficamos irados com as pessoas mais próximas, mais íntimas,
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principalmente com aquelas a quem amamos.
1- O motivo da ira.
Raquel, sendo estéril e sentindo inveja de sua irmã Lia, exigiu que Jacó lhe fizesse conceber.
As comparações e a inveja podem trazer exigências absurdas, mesmo que o desejo seja legítimo. O excesso de exigências pode causar problemas conjugais. Aquele pedido estava além do alcance de

Jacó. É preciso que cada cônjuge compreenda as limitações do outro.
2- O controle sobre a ira.
A ira não é pecado, mas a maneira como agimos quanto estamos irados pode ser.
Caim irou-se contra Abel e o matou pois não o amava.
Jacó teve controle sobre sua ira e não tomou nenhuma atitude pecaminosa.
Conclusão: Deus curou a esterilidade de Raquel e lhe deu um filho: José (30.22-24).
As dificuldades conjugais devem ser levadas a Deus em oração. A ira passa mas o amor permanece (cf. Salmo 30.5).

A LIBERDADE CRISTÃ

Texto: João 8.31-36.
Introdução: Um dos aspectos da salvação é a libertação. Cristo nos convida à liberdade. Contudo, a liberdade cristã precisa ser compreendida para não ser deturpada e perdida (Gálatas 5.1).
A questão é: até onde podemos ir?

Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
1- Liberdade cristã não é libertinagem (Gál.5.13).
Nossa liberdade não significa licença para pecar (Jr.7.9-11). O pecado é uma forma de perdermos nossa liberdade, tornando-nos escravos do Inimigo (II Pd.2.18-19; João 8.34). A misericórdia de Deus, ao preservar o pecador, não deve ser confundida com indulgência divina para com a prática do erro, mas

como chance para o arrependimento (Rm.2.4; Ap.2.21).
2- Liberdade cristã não é independência.
O homem quer ser independente, mas sempre está sob algum tipo de domínio espiritual (Rm.6.18). Não há neutralidade neste assunto. Não existe liberdade absoluta. A liberdade cristã consiste em estar dentro dos limites estabelecidos por Deus. Seus mandamentos indicam esse limite e funcionam, não como restrição para nossa liberdade, mas como cerca à beira do abismo, afim de impedirem a nossa queda.
3- Liberdade cristã não é insubmissão.
A maioria das pessoas não ouve a voz de Deus diretamente. Por isso, ele estabeleceu indivíduos investidos de autoridade para conduzirem a família, a igreja e a sociedade. O cristão precisa ser submisso às autoridades humanas enquanto suas ordens não forem contrárias à vontade expressa de Deus (Ef.5.22; 6.1-5; Hb.13.17; Rm.13.1-6; At.4.18-20; At.5.40-42).
4- Cuidado com os limites impostos pelos homens.
Muitas ordens e doutrinas criadas pelo homem acabam reduzindo o espaço volitivo individual, desrespeitando o livre-arbítrio e criando uma idéia errada sobre a liberdade cristã, ou seja, proíbem o que Deus não proibiu (Col.2.16-23; I Tm.4.1-5).
Aquele que ocupa posição de autoridade precisa ter cuidado para não ir além daquilo que o próprio Deus determinou.
Conclusão: Somos livres em Cristo, dentro dos limites que ele designou. É como a situação do passageiro que percorre livremente todas as instalações de um navio. Contudo, sua liberdade está condicionada ao espaço total da embarcação.
Precisamos ser vigilantes para mantermos nossa liberdade e, sobretudo, sábios, conhecendo a bíblia, onde estão os parâmetros para a nossa vida.

LIDERANÇA CRISTÃ

Contemplando a vida selvagem, verificamos que alguns animais vivem totalmente isolados. O tigre, por exemplo, não se associa nem com outros da sua própria espécie, exceto com a mãe no primeiro período da vida e com a fêmea durante o cio. O ser humano, ao contrário, vive em sociedade.
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Tal associação é necessária afim de alcançar objetivos que, individualmente, não seriam possíveis. Contudo, viver em grupo tem também seus problemas e cria novas necessidades. O primeiro problema é a direção a ser tomada. Se são muitos os componentes do grupo, muitas são as cabeças e diversas as opiniões.
Por isso, são necessários os líderes.

Outra necessidade que surge com o grupo é a divisão de tarefas. É preciso identificar habilidades, talentos, atribuir responsabilidades, e é o líder quem orienta esse processo. Os líderes surgem naturalmente no meio dos grupos. Entretanto, tal surgimento não é casual. Está vinculado à presença de diversas características que habilitam a pessoa a liderar. Tais predicativos são, inicialmente, naturais: a capacidade de influenciar, comunicar, ensinar, arregimentar, coordenar, etc. Estas habilidades podem ser encontradas, geralmente, em qualquer líder de qualquer agrupamento humano.
Na igreja, porém, além desses itens, é necessário que o líder apresente talentos espirituais, já que estamos lidando com o mundo espiritual. Como alguém pode ter habilidades espirituais? Somente pela operação do Espírito Santo. Ele é a nossa fonte de talentos. "Recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós, e sereis minhas testemunhas." (At.1.8). "O qual nos fez capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do Espírito." (II Cor.3.6). No ministério, além de se trabalhar com a vontade dos componentes do grupo, existe a imperativa prioridade de se fazer a vontade de Deus. Portanto, aqueles que se sentem chamados para a liderança cristã devem buscar uma vida cheia do Espírito Santo. Precisam ser imitadores de Cristo para que possam ser imitados pelos seus liderados.

A PROPAGANDA ENGANOSA DO PECADO

Texto: Gn.3.1-6
Introdução: Satanás foi o primeiro comerciante desonesto (Ez.28.16).
1- Ele usou a palavra de Deus para conduzir ao pecado (3.1)
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
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2- Apresentou-se “amigavelmente” para uma conversa “inocente” (I Cor.15.33).
3- Disse que o pecado faria com que Adão e Eva fossem iguais a Deus.
4- Disse que o pecado não teria conseqüências negativas: “É certo que não morrereis”.


5- A árvore era “boa, agradável e desejável” (3.6). O pecado tem aspecto atraente.
Conclusão: cuidado com as artimanhas do inimigo, que anuncia prazeres imediatos e temporários e oculta prejuízos futuros e eternos.

JOSÉ NA CASA DE POTIFAR

Texto: Gn. 39.1-23
Introdução:
A realidade de José era bem diferente dos seus sonhos, mas ele continuava fiel ao Senhor.
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1- José demonstrou compromisso pessoal com Deus.
Estando longe da sua terra e da sua família, José não tinha quem o vigiasse no que se refere ao seu comportamento, mas ele continuava fiel, pois tinha uma experiência pessoal com Deus.

2- josé viveu uma contradição:um servo de deus servindo a um impio
Isto pode parecer inaceitável, contrário à expectativa e ao conceito de prosperidade, mas José não reclamou. No futuro tudo seria corrigido pois ele se tornaria governador.
3- José foi um escravo exemplar.
Ele poderia viver revoltado e fazer as coisas de qualquer maneira, mas trabalhava com excelência (Ef.6.5-8). O servo de Deus precisa fazer o melhor onde quer que esteja: na escola, no trabalho, em casa, etc. Quem é fiel no pouco será fiel no muito (Lc.16.10).
4- José foi um escravo próspero.
Isto não combina com alguns conceitos de prosperidade. Ser próspero é ser bem sucedido, mesmo que não sejamos ricos. José seria também um prisioneiro próspero e exemplar.
5- José resistiu à tentação.
O pecado poderia colocar tudo a perder. José poderia morrer antes de chegar ao governo. Mas isto não aconteceu. Ele resistiu. Sendo homem, fugiu de uma mulher. Isto é contrário à mentalidade mundana. Hoje, sua masculinidade seria questionada. José foi fiel a Deus.
6- José sofreu uma injustiça.
Ele foi acusado de adultério e Deus não interferiu para impedir sua prisão injusta. É provável que ele tenha orado, mas Deus não respondeu. Por quê? A prisão fazia parte do caminho para o palácio.
7- Deus estava com ele.
Este foi o segredo da vitória de José. Caminhando com Deus, José chegou ao palácio do Egito. Precisamos andar com Deus para alcançarmos vitória e chegarmos ao céu.

A SERVA DE NAAMÃ

Texto: II Reis 5.1-14
Introdução: No período do Velho Testamento, Israel era o povo representante de Deus na terra. Por meio daquela nação o nome do Senhor seria glorificado ou envergonhado.
Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
O Senhor colocou judeus em muitos lugares, até mesmo ruins, porque precisava de suas testemunhas ali. Exemplos: Daniel cativo na Babilônia e aquela menina israelita que foi levada cativa para a Síria, tornando-se escrava do oficial Naamã.
1- Não sabemos o nome daquela menina, mas conhecemos o seu testemunho.

Por causa dela, o oficial Naamã foi ao encontro de Eliseu e encontrou a cura. Precisamos ajudar muitas pessoas a encontrarem o Senhor para que sejam salvas. Ainda que sejamos desconhecidos, precisamos ser eficientes.
2- O testemunho do servo de Deus é composto por vida e palavra.
Nossa vida está sendo observada. Esta é nossa principal mensagem. A vida íntegra dá autoridade à nossa palavra.
Aquela menina falou e suas palavras receberam crédito. Entendemos que sua vida era exemplar. Aquela menina não tinha riqueza material, mas era fiel ao Senhor.
3- O mau testemunho tem sido prejudicial ao reino de Deus.
Muitas pessoas, que se dizem servos de Deus, estão vivendo de modo contrário à palavra de Deus, tornando-se motivo de escândalo para o evangelho.
Conclusão: Vivamos de modo digno da vocação com que fomos chamados (Ef.4.1; Fil. 1.27), procedendo como representantes de Deus, como embaixadores do céu aqui na terra.

O QUE É SER UM CRISTÃO ?.


Texto: Atos 11.25-26
Introdução: Em Antioquia, na Síria, os discípulos foram, pela primeira vez, chamados “cristãos”.
Talvez tenha sido um tratamento pejorativo, mas o nome se tornou usual.

Estudos Bíblicos // Viva a Vida com Jesus
Durante muito tempo, ser cristão era trazer sobre si um risco de morte. No Império Romano, muitos foram lançados aos leões.
Hoje, inúmeras pessoas são identificadas como cristãs, mas o que isso significa?
1- Ser cristão não é:

Ser membro de uma denominação, adepto de uma religião, frequentador de cultos ou simpatizante do evangelho.
2- Ser cristão é:
Ter experiência pessoal com Cristo (crer, aceitar e batizar). Andar com Cristo (ter compomisso, ser discípulo, obedecer).
Tornar-se semelhante a Cristo (questão de caráter; resultado de andar com ele).
Conclusão: O cristão subirá com Cristo quando ele vier, e viverá com ele por toda a eternidade.
Os requisitos para alguém se tornar um cristão são: ser um pecador e querer o perdão e a tranformação por meio de Jesus.

A INSTITUIÇÃO DO CASAMENTO

Texto: Gn.2.24
Introdução: Depois de criar todas as coisas, Deus viu que era bom (1.4, 10, 12, 18, 21, 25, 31).
Em 2.18, porém, Deus viu algo que não era bom: a solidão do homem.
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Isto nos mostra o quão importante é o relacionamento humano, o casamento, a família, o amor e o companheirismo (Cf. Ec.4.9-12).
1- O homem procura uma companheira. (2.20). Não lhe serviria um animal irracional.

2- O homem depende de Deus para encontrá-la. Deus a traz até ele (2.21-22).


3- “Deixará o homem seu pai e sua mãe e unir-se-á à sua mulher”. (2.24).
O novo casal deve se esforçar para ter sua própria casa, independência financeira, independência psicológica. Os pais podem aconselhar mas não podem controlar.
Conclusão: Que o novo lar seja o “paraíso” dos cônjuges, com vigilância contra as investidas da serpente, Satanás, que continua ameaçando e destruindo famílias.

AO ENCONTRAR DEUS A SUA BUSCA TERMINA


Há um vazio no coração do homem que o torna profundamente infeliz. Desesperadamente ele tenta preencher esse espaço com muitas coisas mateirais, tais como: dinheiro, fama, bebida, diversão e até uma fatal escalada pelo terreno das drogas.
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Decepcionado, descobre que nada pode preencher esse espaço e torná-lo feliz.
Bem-aventurado aquele que aprende que esse espaço é do tamanho de Deus e só Ele pode preenchê-lo completamente, trazendo novamente a paz e a alegria ao coração aflito e martirizado pelo pecado.
Diz a Bíblia: "O Senhor está convosco enquanto

vós estais com Ele, e se O buscardes O achareis; porém, se O deixardes, vos deixará." (II Crônicas 15:2)
Deus deseja entrar em sua vida e fazê-lo feliz, preenchendo as lacunas, enchendo seu coração com sua presença. Deus quer abençoá-lo em todos os aspectos de sua vida, mas esta ação de Deus depende exclusivamente de você. Se O busca, O encontra; se O deixa, Ele se afasta de você. Buscar ao Senhor é desejar do fundo da alma a sua presença.
OS QUE BUSCAM A DEUS experimentam a Sua paz. Não significa apenas ausência de conflito, mas, a realidade do perdão, vida harmonizada com Deus, consciência limpa e sem ofensa - resultado da presença de Deus na vida do homem.
OS QUE BUSCAM A DEUS alcançam o Seu favor e são ajudados em tempo oportuno. Às vezes demoramos para pedir ajuda e perdemos a chance de sermos ajudados. "Cheguemos com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, afim de sermos ajudados em tempo oportuno." (Hebreus 4:16)
Os que buscam, recebem força e consolo nesta vida e a certeza de vida eterna com Jesus. São guiados pelo Espírito Santo. Têm suas vidas purificadas. Seja qual for o seu pecado, o sangue de Jesus Cristo purifica completamente se com confiança e resolução você buscar ao Senhor. Creia que encontrará a paz, alegria e a vida eterna com Jesus.
Procure uma igreja evangélica e creia que Jesus Cristo é a única solução.

DEUS AMA VOCÊ

"E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste." (João 17:3).
Nestes dias tenho observado como as pessoas confundem cristianismo com religião, e você pode até me perguntar se
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não se tratam da mesma coisa; pois eu lhe digo que não!
Não se tratam da mesma coisa.
Na verdade há um grande abismo separando um do outro. Observe algumas diferenças muito claras entre eles.
1. A religião nos fala de fazer coisas, cumprir um conjunto de regras e conduta para obter o favor e a aceitação de Deus. O Cristianismo nos fala de um

relacionamento com a pessoa de Jesus Cristo que nos ama e nos aceita como somos, obtendo assim seu favor gratuitamente, pela fé. (Mt 11:28; Mt 4:19; Gl 2:16; Ef 2:8).
2. A religião nos fala de cerimônias e rituais no culto a Deus. O Cristianismo nos fala sobre a liberdade do Espírito Santo para conduzir o culto a Deus, sendo a espontaneidade, a alegria, a fé, a unção, o coração quebrantado e a vida do Espírito, características marcantes. (Ex 35:21; Sl 51:17; Rm 14:17; II Co 3:17).
3. A religião nos fala de um Deus distante e impessoal, pouco interessado nos problemas do ser humano. O Cristianismo é família. Nos fala de um Deus pessoal, que é Pai e anseia em se relacionar conosco como filhos, sendo cheio de misericórdia e compaixão. (Jo 1:12; Gl 4:6; Ef 2:19).
4. A religião nos fala da importância da aparência e do exterior das pessoas. O Cristianismo nos fala da importância do coração do homem, do seu interior e de suas motivações. (Mt 5;8; Mt 15:8- 19; Lc 16:15; II Co 5:12).
5. A religião nos fala do status, da posição e do cargo. O Cristianismo nos fala da humildade, do ser servo uns dos outros e do encargo com as coisas de Deus. A ênfase do Cristianismo tem mais haver com o que você é, e não com o que você tem ou faz. (Mt 20:27; Gl 6:15; Fp 2:13).
6. A religião nos fala sobre algo frio e sem vida onde a organização é mais importante que as pessoas. O Cristianismo nos fala de algo cheio de vida, onde a organização existe e trabalha para abençoar vidas, sendo assim, as pessoas são a prioridade. (Mt 28:19-20; Jo 17:18-21; At 6:1-7; II Co 5:18).
7. A religião nos fala sobre o que devemos fazer e as conseqüências de não fazer. O Cristianismo nos fala sobre como fazer, porque fazer e sobre as conseqüências de se fazer e não fazer. (Dt 30:19-20; Is 1:19; Mt 24:45-51; Ap 3:14-21).
Por fim, é de suma importância compreendermos que o Senhor Jesus veio estabelecer a Igreja como expressão máxima de sua Vontade, Santidade e Amor. Ele nunca planejou inaugurar uma religião (Mt 16:18).
Jesus Cristo é o cabeça da Igreja, e ela por sua vez, o seu corpo vivo sobre a Terra.
Saiba então que o Senhor não nos desamparou, ele enviou Seu Espírito para habitar dentro de cada pessoa que o recebe como Senhor e Salvador.
Estes, portanto sendo nascidos de Deus, tornam-se automaticamente filhos de Deus, parte da família de Deus, membros do Corpo de Cristo, Igreja de Deus.
E você? Faz parte da Igreja, do Corpo vivo de Jesus ou é apenas alguém envolvido em uma religião fria e sem vida?
Decida-se hoje romper com toda religião e receber a Jesus como sua própria vida dentro de si.
Envolva-se com uma Igreja verdadeira, que pregue o verdadeiro Cristianismo.

CONCIDERAÇÕES SOBRE DEUS

O homem tem como característica marcante sua curiosidade e seu desejo de compreender todas as coisas. Esse fator é uma das principais causas de todo o desenvolvimento científico da humanidade.
Contudo, esse questionamento não consegue satisfação plena quando o
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assunto é Deus.
Muitas pessoas se tornam anti-religiosas por avaliarem tudo, unicamente, sob a ótica da razão.
O conhecimento científico é constituído por comprovações práticas de suas teses e teorias. A espiritualidade, porém, não está ao alcance dos instrumentos e técnicas da ciência natural, que depende de fatos repetidos sob circunstâncias previsíveis.

Em nossa religiosidade, devemos, sim, usar a razão, mas conscientes de sua limitação. A razão deve ser usada a serviço da espiritualidade, até onde for possível, mas nunca como sua base de sustentação. O que sustenta a religiosidade é a fé e o que sustenta a fé é a Palavra de Deus, que se encontra na Bíblia.
DEUS NÃO PODE SER EXPLICADO. A Bíblia nos afirma que Deus é um Espírito eterno. Ele não tem origem, nem princípio de existência, e também não terá fim. Sem usar nenhuma matéria pré-existente, criou tudo que existe. Essas poucas afirmações já são suficientes para extrapolar os limites da nossa compreensão. Tudo isso pode até ser visto, por muitos, como algo absurdo e inaceitável. Não espere explicações sobre a pessoa de Deus, a não ser dentro dos limites do que a Bíblia nos ensina.
DEUS NÃO PODE SER COMPREENDIDO. Muitas pessoas rejeitam o evangelho porque não encontram respostas para muitas perguntas. Quando começam a admitir que Deus existe, levantam uma enorme barreira formada por indagações diversas. "Por quê Deus permite o sofrimento da humanidade ? Por quê há tantas desgraças no mundo ? Por quê Deus permite a existência do mal ? Por quê isso ? Por quê aquilo ?" Poderíamos até apresentar diversos argumentos na tentativa de responder a estas questões, mas certamente, outras perguntas surgiriam. Realmente, não somos capazes de compreender as ações de Deus. Contudo, isso não é desculpa suficiente para negarmos sua existência nem vivermos contra os seus mandamentos.
DEUS EXISTE - A Bíblia não contém argumentações para provar a existência de Deus. Não pretende explicar Deus, nem fazer-nos compreender tudo o que lhe diz respeito. O texto bíblico simplesmente fala sobre Deus e apresenta a fala de Deus para o homem; mostra o quadro de perdição da humanidade e a solução divina para esse problema. A crença na existência de Deus está subjacente como uma realidade óbvia. A ausência de explicações ou de entendimento da nossa parte não constitui ameaça ao fato de que Deus existe. Muitas coisas no universo existem apesar de não conseguimos explica-las nem entendê-las.
A FÉ EM DEUS - Nossa relação com Deus começa com a fé, e esta vem, normalmente, através do conhecimento bíblico (Romanos 10.17). Você quer ter fé ? Quer ter certeza das realidades do mundo espiritual ? Leia a Bíblia. Se você o fizer com o desejo sincero de conhecer a verdade, Deus acenderá a chama da fé em seu coração. "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará" (João 8.32).
A EXPERIÊNCIA COM DEUS - Crer em Deus é importante. Acreditar que ele existe é fundamental (Hebreus 11.6). Porém, a fé não é um fim em si mesma. A verdadeira fé depositada no verdadeiro Deus, que é o Deus da Bíblia, produz resultados. Se cremos no Deus vivo, haveremos de obter respostas para as nossas orações. Veremos realidades invisíveis do mundo espiritual se materializando no mundo físico. A verdadeira fé cria condições favoráveis para a ação de Deus. É verdade que ele nem sempre nos responde, mas algumas vezes nossos pedidos são atendidos e verdadeiros milagres acontecem. Sou testemunha de curas milagrosas. Eu mesmo expeli uma adenóide no momento em que recebia a oração de um pastor. Tive ainda a oportunidade de presenciar uma manifestação de demônios, que possuíam uma pessoa, e pude expulsá-los em nome de Jesus. Isso não é nenhum mérito para a minha pessoa. Qualquer um que se converta ao evangelho poderá expulsar demônios e experimentar coisas muito mais gloriosas. O que quero com esses relatos é mostrar que a fé produz resultados e os resultados reforçam a fé. A Bíblia é a verdade sobre Deus. O que está escrito nela funciona. Milhares de pessoas têm tido experiências com Deus e podem fazer coro comigo nessas afirmações.
PROVA DA EXISTÊNCIA DE DEUS - Olhe em qualquer direção e você verá uma prova da existência de Deus. O universo, a terra, o homem, são provas vivas da existência do criador. No dia em que você se encontrar com Deus para ser julgado (e todos nós encontraremos), não poderá dizer que não sabia que ele existia. Não poderá dizer que não houve provas. É verdade que eu nunca vi Deus. Mas, a existência do relógio já é prova suficiente da existência do relojoeiro.
Deixemos de lado os questionamentos, as tentativas de explicar o inexplicável, e encaremos a realidade. O que Deus espera de nós não é que o compreendamos e sim que o obedeçamos; que nossas vidas sejam de acordo com os seus padrões contidos na Bíblia. Seus mandamentos não são opressores. São apenas meios que Deus usa para que vivamos livres das conseqüências funestas de atos malignos que, de outro modo, cometeríamos. Se não temos vivido corretamente, ele está pronto a nos perdoar e nos ensinar um novo caminho: o caminho do amor, da paz e da felicidade. O objetivo final do evangelho é a salvação eterna da alma humana. Aqueles que passarem toda a vida tentando ignorar a pessoa de Deus e sua vontade, serão condenados a viverem eternamente separados dele em estado de sofrimento indizível. Aqueles, porém, que, ainda nesta vida, se arrependerem de seus pecados e se converterem ao evangelho de Jesus Cristo, viverão eternamente em comunhão com Deus.

A SUPERIORIDADE DE CRISTO

Texto: Lucas 9.18-22
Introdução: As pessoas viam Jesus pregando e curando em vários lugares. Contudo, não sabiam muito bem quem ele era. Os mais bem informados achavam que ele era filho de José, o carpinteiro.
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Alguns, mais espirituais, achavam que ele era um antigo profeta ressuscitado.
1- Opiniões bonitas, porém erradas.
Também nos nossos dias, as pessoas têm idéias erradas sobre Jesus. Dizem que ele é um mestre, um espírito iluminado, um revolucionário, fundador de uma religião.

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2- Quem é Jesus?
Jesus é o filho de Deus. Ele é superior a todos os profetas e a todos aqueles que são considerados “deuses”, guias, anjos, santos ou entidades espirituais.
3- O que ele fez?
O texto fala sobre sua morte e ressurreição. Nenhum outro morreu por nós e, se morresse, não teria ressuscitado.

Conclusão: Precisamos reconhecer a superioridade de Cristo, renunciar a outros “salvadores” e ídolos, aceitar o sacrifício de Cristo e fazer um compromisso com ele.